Como é o curso de Relações Internacionais? Descubra!

Relações Internacionais

Relações Internacionais é um curso de graduação que forma profissionais responsáveis por representar os interesses de países, nações, empresas e culturas no cenário internacional. O objetivo é facilitar acordos e abrir caminhos pra novos negócios, importações, exportações, turismo, educação, entre outros.

E olha que mercado pra quem se forma na área é muito amplo, viu? Dá pra trabalhar no setor público, privado, em ONGs e até investir na carreira acadêmica. Mais: os salários são bem atrativos. Gostou da ideia e quer saber mais sobre a graduação? Então, vem com a gente que vamos explicar tudo sobre o curso de Relações Internacionais!

Como é a faculdade de Relações Internacionais?

Relações Internacionais — RI para os mais íntimos — é uma formação superior de Bacharelado. Esse é um dos tipos de faculdade mais tradicionais entre os cursos de graduação porque oferece uma formação completa.

Esse caráter mais abrangente é legal porque você não precisa se especializar logo de cara, sabe? Durante a faculdade, é possível adquirir conhecimentos extensos pra atuar em vários campos de trabalho.

Qual é a diferença entre Relações Internacionais e Comércio Exterior?

Os cursos de Relações Internacionais e Comércio Exterior têm diversas afinidades, mas é importante que você saiba que não é tudo a mesma coisa. A graduação em RI foca mais fatores políticos, culturais e sociais pra firmar relações entre as nações.

Pense no Mercado Comum do Sul (Mercosul), por exemplo. O grupo é fruto de um tratado internacional entre Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. O objetivo é unir forças pra proporcionar desenvolvimento econômico e social para todos.

Se você for viajar para algum país do bloco, por exemplo, não é necessário ter passaporte, nem visto. Basta apresentar o documento de identidade atualizado, aquele mesmo que você usar por aqui. O internacionalista tem papel fundamental em negociações desse tipo com trabalho de coleta de dados, análises relacionais, elaboração de relatórios etc.

Já as responsabilidades do analista de Comércio Exterior são mais direcionadas para atividade comercial internacional. Sabe quando uma empresa tem planos de expandir os negócios para outros países? O profissional de Comércio Exterior é responsável por estudar questões ligadas à importação, exportação, logística, legislação aduaneira, práticas cambiais, entre outras.

Deu pra perceber a diferença? Basicamente, o RI trabalha com comunicação e o Comex com comércio. Mesmo assim, não é incomum ver vagas em Comércio Exterior sendo ocupadas por profissionais de Relações Internacionais e vice-versa.

O que vou estudar no curso de Relações Internacionais?

O curso de Relações Internacionais é bem teórico. Sabe por quê? Porque o profissional dessa área precisa ter conhecimento profundo sobre política, economia e relações comerciais pra fazer uma ponte bacana entre as partes interessadas.

Imagine um internacionalista brasileiro costurando um acordo com qualquer país. É necessário entender a história da região, a cultura do local e todo o contexto político pra não cometer nenhuma gafe, nem gerar crises.

Afinal de contas, enquanto um “joinha” é considerado por nós como um sinal de aprovação, por exemplo, no Irã, ele tem a mesma conotação de mostrar o dedo do meio. Já pensou no tamanho do problema? Então, pensando bem, faz todo sentido o curso ter essa pegada conceitual, não é mesmo?

É por isso que muitas disciplinas da graduação têm afinidade com História, Geografia, Antropologia, Sociologia, Economia e por aí vai. Olha só quais são as principais matérias do curso de Relações Internacionais:

  • Ciência Política Contemporânea;
  • História das Relações Internacionais;
  • Teoria das Relações Internacionais;
  • Comércio Internacional;
  • Direito Internacional;
  • Direitos Humanos;
  • Economia Brasileira;
  • Economia Internacional;
  • Economia Política Internacional;
  • Finanças Internacionais;
  • Geografia Política;
  • Inglês Instrumental pra Comércio Exterior;
  • Integração Regional e Blocos Econômicos;
  • Negociação e Gestão de Conflitos;
  • Segurança Internacional;
  • Negócios Internacionais;
  • Organizações Internacionais;
  • Política de Defesa e Estudos Estratégicos;
  • Política Externa;
  • Relações Internacionais Contemporâneas: América, Oriente Médio, África e Europa.

Vale lembrar que teoria e prática andam de mãos dadas, viu? Apesar de o conteúdo teórico ser mais denso, no curso você também aprende sobre técnicas de negociação e gestão de conflitos por meio de simulações que dão um bom embasamento pra aplicação no dia a dia de trabalho.

Quais são as modalidades para a faculdade de Relações Internacionais?

Aqui na Pitágoras, o curso de Relações Internacionais é oferecido em formato EAD 100% online. Isso significa que você não precisa ir até à faculdade todos os dias pra assistir às aulas. Tudo é feito no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), pela internet.

Então, dá pra estudar em casa, no intervalo do trabalho, no ônibus, durante uma viagem de férias, e por aí vai. Basta ter um dispositivo eletrônico conectado à internet (desktop, notebook, tablet ou smartphone) pra assistir às aulas.

No AVA, você terá acesso a videoaulas, e-books, apostilas e diversos conteúdos atualizados pra desenvolver as habilidades e competências necessárias pra ser um RI de sucesso. Nesse mesmo ambiente, é possível interagir com professores, tutores e colegas de turma. Dá até pra fazer trabalhos em grupo, entregar tarefas e fazer avaliações por lá.

Vamos combinar que não é muito diferente do que já fazemos no nosso dia a dia, não é mesmo? Às vezes, a gente conversa por aplicativo de mensagens com um familiar que está no mesmo cômodo da casa, né? Pois bem, lidar com o mundo virtual durante o curso é interessante porque ajuda a desenvolver habilidades digitais.

Tem mais um detalhe: mesmo o curso sendo 100% online, a presença na faculdade é obrigatória em algumas circunstâncias. Geralmente, o deslocamento é necessário apenas pra fazer provas duas vezes a cada semestre. De toda forma, é interessante pesquisar sobre o polo de apoio presencial mais próximo da sua casa pra se organizar, combinado?

E pra quem está em dúvida quanto à validade do diploma e aceitação no mercado de um formado em EAD, lá vem uma boa notícia: o certificado é exatamente igual a qualquer graduação cursada em modo presencial. O que conta mesmo é o reconhecimento do Ministério da Educação (MEC), e todos os cursos aqui da Pitágoras cumprem essas exigências, inclusive o de Relações Internacionais.

O fato é que o mercado até valoriza os profissionais formados a distância porque eles apresentam uma característica fundamental: comprometimento. É verdade que você precisa se dedicar mais pra se formar em um curso 100% online, mas isso é bom. Afinal de contas, é uma oportunidade pra desenvolver habilidades exigidas para trabalhadores de qualquer área como proatividade, organização e capacidade de autogerenciamento.

Quanto tempo leva a formação em Relações Internacionais?

Em média, 4 anos. O legal é que, por se tratar de uma graduação a distância, os horários são flexíveis e você pode se organizar pra cumprir a carga horária de cada disciplina de acordo com a sua rotina. A praticidade ideal pra quem trabalha e estuda ao mesmo tempo, concorda?

Quem vive fazendo hora extra e tem pouco tempo durante os dias úteis, por exemplo, pode usar os finais de semana pra colocar os conteúdos em dia sem ter prejuízos com a frequência. O importante é assistir todas as aulas — independentemente da hora e do lugar —, entregar os trabalhos propostos e estudar direitinho pra passar nas avaliações.

Qual é o valor do curso de Relações Internacionais?

Isso depende da localização do polo de apoio presencial escolhido. De toda forma, o preço é bem acessível: a partir de R$ 159,90* por mês você pode conquistar o tão sonhado diploma.

Como o ensino a distância exige uma infraestrutura física bem menor se comparada ao curso presencial, o preço das mensalidades é mais chamativo. Sem contar na oferta de vagas que é praticamente ilimitada.

Isso é fundamental para o país, porque promove a inclusão, sabe? Milhões de brasileiros que não conseguiriam pagar faculdade particular agora têm acesso ao ensino superior. Legal, né? É uma questão social importante.

E a economia vem de todos os lados. Se você não precisa sair de casa todos os dias para estudar, não gasta nem com transporte, nem com lanches na rua.

Como é o perfil de quem estuda e trabalha na área de Relações Internacionais?

Sabe aquela pessoa superapaziguadora, que sempre consegue apartar brigas e resolver conflitos de colegas e familiares com uma boa conversa? Pense também naquele colega que adora estar por dentro das novidades do cenário político-internacional. Se essa pessoa é você, pode entrar para o curso de Relações Internacionais que é sucesso.

Lembra que já falamos que o curso de RI é mais teórico? Pois bem, a formação é interessante pra quem gosta muito de ler e estudar, em especial, assuntos relacionados a história, guerras, conflitos internacionais, política, economia, entre outros. Afinal de contas, o internacionalista precisa ser muito bem-informado.

Outra característica interessante pra atuar na área é a desenvoltura. Apesar de a faculdade abordar técnicas de oratória e negociação, quem já tem essa habilidade terá mais facilidade com o exercício.

Já a tolerância cultural e a empatia não são apenas competências desejáveis, mas mandatórias. Isso porque é importante ter sensibilidade pra entender a situação de outras nações, sem prejulgamentos.

O conhecimento em línguas estrangeiras também é necessário, principalmente o Inglês. Além de várias leituras sugeridas ao longo do curso estarem no idioma, ao longo da carreira, o profissional precisará se comunicar com gente do mundo todo. Olha só mais algumas características interessantes para o profissional da área:

  • senso de liderança;
  • raciocínio lógico e analítico;
  • criatividade;
  • capacidade de tomar decisões rápidas baseadas em dados.

É claro que você não tem que entrar na faculdade sabendo isso tudo porque o curso ensina muita coisa. Quem tem interesse na área pode se jogar no curso e manter o foco para aprender e desenvolver todas essas habilidades e competências.

Como está o mercado de trabalho para Relações Internacionais?

É bem clichê falar que o mundo está globalizado e que precisamos nos adaptar ao novo cenário, né? No entanto, para o universo de Relações Internacionais, faz todo sentido. Afinal de contas, não é nenhuma mentira que a globalização derrubou fronteiras e aproximou nações.

O RI trabalha nesse contexto pra incentivar cada vez mais essas relações e fazer a ponte para acordos benéficos pra todas as partes. Olha só quais são os principais campos de atuação do profissional formado em Relações Internacionais.

Diplomacia

Já falamos diversas vezes por aqui que o trabalho do RI é conduzir negócios entre diferentes nações, não é mesmo? É basicamente isso o que faz um diplomata. O profissional representa o país em diversas relações internacionais, e é uma figura fundamental para a política externa.

Se algum brasileiro estiver fora do país em uma viagem de turismo e for pego de surpresa por uma crise sanitária, por exemplo, é o diplomata da embaixada do Brasil naquela região que cuida da proteção e assistência aos cidadãos no exterior. O profissional ainda ajuda na mediação de conflitos entre países, representa a nação em reuniões internacionais e promove a cultura brasileira no exterior.

Muita responsabilidade, né? O diplomata é um servidor público federal e, pra seguir carreira na área, é necessário passar em um concurso público de admissão que é disputadíssimo. São quatro fases de provas que incluem até dissertação em idioma estrangeiro. Tem que estudar muito, mas se esse é o seu objetivo de vida, nada de desistir, combinado? Apesar da dificuldade, conquistar o cargo do sonho não é uma missão impossível.

Consultoria

O papel do consultor em Relações Internacionais é analisar cenários políticos, sociais e econômicos de outros países para organizações públicas, privadas e Organizações Não Governamentais (ONGs).

Pensa em uma empresa que está em busca da internacionalização, por exemplo. O RI atua nesse contexto elaborando relatórios de viabilidade pra auxiliar no processo de tomada de decisão. Daí, a expansão só é feita se tiver real potencial de sucesso.

Após se tornar uma multinacional, o internacionalista continua na empresa auxiliando na adaptação de intercambistas, estagiários e funcionários locais e do exterior.

O consultor pode, ainda, fazer o caminho inverso: ajudar empresas estrangeiras a se estabelecerem no Brasil. Nesse caso, ele oferece orientações sobre trâmites legais, situação política, cultura regional etc.

Planejamento governamental

Você sabia que dá pra trabalhar até na prefeitura da sua cidade como internacionalista? O trabalho do RI inclui planejamento de ações econômicas, sociais, culturais e políticas que tenham alguma relação com interesses internacionais, como captação de recursos, importações, exportações, entre outros.

Carreira acadêmica

Pensando para além da graduação, o RI pode fazer carreira acadêmica e trabalhar com ensino e pesquisa. Pra isso, é necessário continuar os estudos passando pela pós-graduação, mestrado, doutorado e por aí vai. Assim, é possível ser professor e dar aulas em escolas e faculdades públicas e privadas.

Qual é a média salarial para Relações Internacionais?

Um analista de economia internacional ganha, em média, R$ 6.151,20*. Nada mal, não é mesmo? Apesar disso, é bom lembrar que, no início da carreira, é comum trabalhar com uma remuneração bem mais baixa ou até de forma voluntária.

À medida que você ganha experiência, a tendência é que as coisas melhorem. Um profissional com longos anos de estrada pode ganhar mais de R$ 15 mil por mês.

É por isso que é legal focar o mercado de trabalho ainda durante a faculdade. Uma boa dica é procurar vagas no LinkedIn, portais de emprego ou no Canal Conecta — vamos falar mais sobre ele mais pra frente, combinado?

Vale a pena investir na carreira de Relações Internacionais?

Depois de tanta informação ao longo deste conteúdo já deu pra perceber que vale a pena sim investir na carreira, né? Afinal de contas, com a globalização, a expectativa é que empresas públicas, privadas e ONGs necessitam cada vez mais de internacionalistas pra intermediar negócios com outros países.

Pense no mercado de startups, por exemplo. Talvez você não conheça por esse nome, mas certamente já ouviu falar em Nubank, Uber, iFood e Netflix, né? São negócios inovadores com potencial de crescimento rápido.

De acordo com a Associação Brasileira de Startups (Abstartups)¹, o país tem mais de 12.700 startups ativas e o número não para de crescer. Entre 2015 e 2019 o crescimento foi de 207%. Esse mercado tem a capacidade de absorver os profissionais formados em Relações Internacionais pra lidar com a expansão para outros países. Vale lembrar que, assim como em qualquer outro curso, é importante se dedicar pra ter sucesso na área.

Como escolher a melhor faculdade de Relações Internacionais?

Decidir qual faculdade fazer já é difícil. Se você ainda está em dúvida se é mesmo Relações Internacionais, a nossa dica é fazer um teste vocacional. No entanto, escolher o curso não é a decisão mais importante que você precisará tomar.

Afinal de contas, definir a instituição de ensino que você vai estudar pode determinar os rumos da sua carreira. É por isso que essa análise tem que ser cuidadosa. A seguir, vamos dar algumas dicas pra não errar na escolha e explicar por que a Pitágoras é a melhor opção.

Escolha uma modalidade de ensino

Você precisa trabalhar e estudar ao mesmo tempo? Se a resposta for sim, talvez, um curso presencial não seja o ideal. Nesse caso, a graduação EAD 100% online oferece mais flexibilidade para quem tem o dia a dia corrido e não consegue frequentar as aulas todos os dias.

Feito isso, você já pode riscar da lista todas as faculdades que não se encaixam na sua rotina. Mas lembre-se de que os cursos a distância exigem o deslocamento para as provas finais. Então, é importante pesquisar se existe algum polo de apoio presencial na sua região, combinado? Nós aqui da Pitágoras temos unidades espalhadas pelo país inteiro. Não vai ser difícil encontrar uma pertinho de você.

Pesquise o valor das mensalidades

A melhor faculdade é aquela que oferece um ensino de qualidade e cabe no seu bolso. É o nosso caso aqui da Pitágoras. Além de valores bem acessíveis, ainda é possível ter descontos nas mensalidades por meio de bolsas e convênios. Olha só as opções:

  • Convênio Empresa — pra funcionários de empresas conveniadas. O benefício é estendido para o parceiro e/ou filhos de até 24 anos;
  • Bolsa Enem — desconto progressivo de acordo com a nota do Enem;
  • Bolsa Incentivo — destinada às pessoas com dificuldade pra ingressar no ensino superior;
  • Bolsa Parceiro — pra quem comprou voucher em sites parceiros;
  • Bolsa Primeiro Semestre — desconto pra quem se matricula no primeiro semestre da graduação;
  • Bolsa Servidores Públicos e Militares — abatimento na mensalidade pra servidores públicos federais, estaduais e municipais. A vantagem também vale para o marido, a esposa ou filho de até 24 anos;
  • Bolsa Transferência Externa — descontos pra alunos que estavam matriculados em outra faculdade.

Investigue se a faculdade oferece suporte pra conseguir emprego

Quem estuda com foco no mercado de trabalho se preocupa com o fator empregabilidade. E tem razão pra isso: além da enorme satisfação pessoal em conquistar um emprego na área de formação, o trabalho é essencial pra garantir qualidade de vida e retorno sobre o valor investido.

Temos o Canal Conecta aqui na Pitágoras, um portal exclusivo que liga nossos alunos a empresas do Brasil todo. Tem vagas de estágio, freelancers e oportunidades de trabalho com carteira assinada. Legal, né?

A plataforma conta com a tecnologia de Inteligência Artificial pra encontrar o match perfeito entre cargo e profissional. Ao aplicar a candidatura para vagas que se encaixam no seu perfil, fica mais fácil conseguir a contratação.

Entenda como funcionam as formas de ingresso

Você não tem disponibilidade pra viajar e fazer a prova de vestibular? Ou está sem tempo e precisa de uma flexibilidade maior pra marcação da prova? Então, uma boa opção é a avaliação online ou agendada.

Aqui na Pitágoras, existem várias formas de ingresso. Uma delas, com certeza, vai se encaixar na sua rotina. Olha só:

  • vestibular tradicional: você faz a inscrição e precisa se deslocar até a unidade escolhida pra fazer a prova;
  • vestibular agendado: também exige o deslocamento, mas você tem uma maior flexibilidade de datas e horários;
  • vestibular online: a prova é feita pela internet e o resultado sai em até 4 dias.
  • transferência externa: ideal pra quem já começou os estudos em outra instituição e deseja passar aqui pra Pitágoras. Nesse caso, não precisa fazer vestibular. Basta levar a documentação da faculdade anterior;
  • nota do Enem: a pontuação do exame é usada como forma de ingresso, sem necessidade de fazer provas adicionais;
  • segunda graduação: quem já tem diploma de ensino superior, não precisa fazer um novo vestibular pra fazer uma nova graduação.

Agora é a sua vez!

Relações Internacionais é uma graduação em Bacharelado que forma profissionais responsáveis por intermediar negociações entre diferentes países. O curso é ideal pra quem gosta de estudar, tem facilidade de comunicação e tem um perfil conciliador. Esse é o seu caso? Então, vem pra Pitágoras!

Se interessou pelo curso? Inscreva-se no vestibular online agora mesmo e dê o primeiro passo rumo ao sucesso!

*Sujeito a alterações

¹Fonte 1

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