Automutilação é comum em crianças e jovens

Evento em Fortaleza discute o assunto para ajudar pais, educadores e profissionais de Psicologia a lidarem com essa realidade

Tristeza, isolamento e baixa autoestima persistentes acompanhados pelo uso de roupas de manga comprida – mesmo com o tempo quente e ensolarado – para esconder os cortes, machucados e arranhões intencionais feitos no próprio corpo. Esses são alguns sinais de um problema que vem sendo chamado de automutilação.

Embora ainda não existam dados oficiais e consolidados no Brasil sobre o assunto, a prática clínica sugere que os casos são crescentes.

“Ocorre, principalmente entre crianças e jovens e, normalmente, a automutilação está associada a um intenso sofrimento psíquico, quadros depressivos e outros transtornos psicológicos”, explica a coordenadora do curso de Psicologia da Pitágoras Fortaleza, Sarah de Moura Kurz.

Para ajudar no levantamento dos casos e encaminhamento do tratamento adequado, o governo federal, sancionou no ano passado a Lei Nº 13.819, que obriga escolas e hospitais a reportarem às autoridades de saúde as situações de automutilação descobertas nesses espaços. Dentro de casa, por sua vez, o acompanhamento também deve ser constante.

Sarah orienta que, ao notar mudanças de comportamento nos filhos acompanhadas por sinais de auto lesão, é importante que os pais busquem estabelecer um diálogo transparente, numa escuta aberta, sem julgamentos, e procurem também ajuda de um profissional de Psicologia para poder identificar os motivos do problema.

Para ajudar, pais, educadores, psicólogos e demais interessados a entenderem um pouco mais sobre esse tema, o curso de Psicologia da Pitágoras Fortaleza promove entre os dias 27 e 28 de novembro evento online sobre automutilação, aberto ao público e gratuito. As inscrições podem ser feitas pelo  formulário disponível em https://forms.gle/DyrUKjaBhvUwjNJV6

Serão dois cursos: um sobre como educar para prevenir automutilação na infância e na adolescência no dia 27, às 19h, e outro no dia 28, às 09h, sobre como a família e a comunidade podem auxiliar na prevenção da automutilação, ministrados pela doutora em Saúde Coletiva e professora da Pitágoras Fortaleza Karla Julianne Negreiros e da psicóloga Anaclecia Ribamar, com direito a certificação total de 8h.

Anote na agenda

27/11 – 19 h – “Como educar para prevenir automutilação na infância e na adolescência” 

28/11 – 09h – “Como a família e a comunidade podem auxiliar na prevenção da automutilação”

Inscrições prévias pelo link https://forms.gle/DyrUKjaBhvUwjNJV6

Valor: gratuito

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